sexta-feira, 31 de março de 2017

RR





















Depois da frase “A par com o Mundo”, lançada no arranque da actual grelha de programação, a 17 de Outubro de 2016, agora a nova campanha da Renascença tem como frase “Opiniões que interessam”, desde o passado dia 20.
Está a ocorrer um incremento informativo no mais antigo canal do grupo da emissora católica portuguesa.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Hoje na RADAR





















Considerado um dos trabalhos mais inovadores do Jazz, o álbum «The Shape Of Jazz To Come» do saxofonista norte-americano Ornett Coleman (1930-2015) passa hoje na íntegra, com devida contextualização, na estação alternativa de Lisboa.
Editado em Outubro de 1959, «The Shape of Jazz to Come» conta com as participações dos músicos Charlie Haden, Don Cherry e Billy Higgins. 
O programa «Álbum de Família» é dos raros que, na Rádio em Portugal, transmite semanalmente um disco na sua forma integral, respeitando a ordem original das faixas editadas.
Apesar de a RADAR ser uma rádio de música alternativa, não poucas vezes este programa abordou outros géneros totalmente diferentes, como por exemplo o Fado, música tradicional portuguesa, música étnica e, como neste caso, o Jazz. 
O programa «Álbum de Família» vai agora na décima segunda temporada. É da autoria de Tiago Castro, que realizou e apresentou até Outubro passado, altura em que se mudou para a nova rádio SBSR. O programa mantém-se na RADAR, desde Novembro de 2016, com realização e apresentação de Joana Bernardo. 

4ª feira às 14:00 
Domingo às 12:00 
2ª feira (semana seguinte) às 23:00. 

segunda-feira, 27 de março de 2017

O Teatro na Rádio

Dia Mundial do Teatro
































Há pessoas da minha primeira Rádio envolvidas neste pequeno grupo de teatro amador, que desde o passado dia 17 está a levar à cena a peça «A Excepção e a Regra», de Bertold Brecht, dramaturgo também ele ligado ao universo da Rádio.


Sobre o espectáculo

Brecht, o estranhamento, o cinema, a banda desenhada e a nossa proposta

Brecht foi um dramaturgo que acreditava que o teatro é um veículo para despertar consciências e provocar o debate. Ele procurou um teatro vivo, em constante comunicação com o espectador. Um teatro despido, onde tudo é assumidamente teatro, onde o fazer de conta é assumido, onde as personagens andam de mão dada com os actores e comunicam directamente com o espectador, questionando-o. Um teatro não contemplativo. Um teatro que procura fugir do quotidiano, para melhor o conseguir retratar.
O estranhamento é o método, o processo criativo e de montagem que o dramaturgo encontrou para pôr em prática o seu teatro revolucionário. O seu intuito era que o espectador não criasse empatia com as personagens, de modo a poder interpretar a peça enquanto esta decorria. Para tal, não se pretende criar grandes ilusões, tudo é feito às “claras”, as personagens são identificadas, a história é sabida desde o início, os artifícios teatrais, projectores, cabos, cenário, as roupas, a maquilhagem e todo o espaço envolvente não se encontram “escondidos”. As personagens falam directamente com espectador, questionam-se, funcionam como coro e entram e saem do corpo do actor frequentemente.
Por fim, a acção. A acção, tal como acontece no cinema, é fraccionada, obrigando mais uma vez o espectador a fazer parte do espectáculo, levando-o a articular a narrativa através da sua interpretação.
O cinema, era uma das paixões do autor e principalmente o cinema de Chaplin. É ao cinema e ao expressionismo que Brecht vai buscar uma das suas lentes, para trabalhar os seus textos.
A banda desenhada é a lente da nossa proposta. Actualmente, a BD já se juntou ao cinema, fundindo-se com este e desenvolvendo o “fantástico”, um género com cada vez mais adeptos.
A nossa proposta de trabalho tem a humilde pretensão de abordar este texto a partir de uma lente contemporânea, onde o teatro, o cinema e a BD se fundem numa sala de espectáculos. No final da nossa aventura, o espectador poderá ponderar se o melhor é seguirmos a regra ou a excepção.
E assim começa a nossa viagem...
Um comerciante rico, o seu guia e um carregador vão numa expedição de três dias até Urga, para que o comerciante consiga ser o primeiro a conseguir a concessão de um poço de petróleo. A viagem é longa e tortuosa, terminando com o despedimento do guia e com a morte do carregador.
Na segunda parte da peça assistimos ao julgamento do comerciante e à interessante questão: devemos seguir a regra ou a excepção?
Imagine esta aventura como se as personagens tivessem acabado de sair de um livro de BD.
Imagine esta aventura como se fosse um filme, mas, em teatro. Estranho?!

Pedimo-vos no entanto:
Estranhem o que não for estranho!
Não aceitem o que for normal!

Rui Quintas
Ficha Artística e Técnica

A Excepção e a Regra

De Bertolt Brecht
Encenação Rui Quintas
Assistente de Encenação Carla Carreiro Mendes
Interpretação Alexandre Antunes, Catarina Santana, Henrique Gomes, João Parreira, João Silva, Manuel Alpalhão, Rui Félix, Rui Martins e Vítor Nuno

Cenografia João Pimenta | Construção e Montagem António Santinho | Figurinos e Adereços Ana Pimpista | Música Gustavo Teixeira | Apoio Técnico Musical Rolando Amaral | Figurinos Ana Pimpista | Apoio aos Figurinos Oficina de Costura Criativa | Caracterização Sónia da Luz | Desenho de Luz Rui Quintas | Montagem João Oliveira Júnior | Operação Técnica Joana Gabriel e Maria Inês Santos | Design Gráfico João Pimenta | Produção Executiva Catarina Santana | Fotografia Cláudio Ferreira | Apoio Geral João Henrique Oliveira | Agradecimentos a Céu Madeiras.

Classificação M/12 anos.
Duração 60m. 

ArteViva - Companhia de Teatro do Barreiro 



De todas as artes cénicas, a mais radiofónica é o Teatro.
O Teatro Radiofónico foi uma tradição de décadas na Rádio portuguesa. Actualmente é residual, mas continua a existir.
Na Rádio pública e na Rádio privada há actualmente dois programas de Teatro.
No serviço público de radiodifusão «Teatro Sem Fios» na Antena2 e, na TSF-Rádio Notícias, «Teatro de Bolso».  

Teatro Sem Fios
(ocasional)
Ouvir aqui 

Teatro de Bolso
Quarta-feira
14:30; 21:30
Ouvir aqui 

domingo, 26 de março de 2017

Sonhos e pesadelos















A Rádio é o meio indicado para espíritos livres, pensadores, sonhadores e portadores de outras dores.
O futuro é sempre uma incógnita. Não se sabe ao certo o que vai acontecer, mas há em Portugal uma forte tendência a ocorrer a grande velocidade: diminuição, redução e extinção.
Diminuição da quantidade de estações de Rádio, redução do número de ouvintes, do número de profissionais, de qualidade e consequente extinção de postos de trabalho e de canais.
E esta notícia não é "só" mais uma notícia. É a continuação.

sábado, 25 de março de 2017

25 anos

25 anos do programa «Santos da Casa» 



































O Santos da Casa, programa de música portuguesa da Rádio Universidade de Coimbra, que vai para o ar todos os dias entre as 19 e as 20h, em 107.9 ou www.ruc.fm, festeja em 2017 as suas bodas de prata. Tal como Amália Rodrigues também eles não sabem qual o dia do seu nascimento. Porque a RUC faz anos a 1 de março, a dupla que "aguenta" os Santos da Casa convencionou ser esse o dia do nascimento do programa.

Fausto da Silva e Nuno Ávila 

terça-feira, 21 de março de 2017

Dia Mundial da Poesia na Rádio













Ao longo de todo este dia a Antena2 dedica-se à Poesia com a passagem de poemas nas vozes dos profissionais e colaboradores da estação clássica pública portuguesa. 

Ler & Ouvir aqui 

domingo, 19 de março de 2017

Hoje em LISBOA
































Reservas: geral@teatroturim.com / Tel. 217606666

TEATRO TURIM – Estrada de Benfica, 723-A, Lisboa.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Programas novos na Antena1

















Um Homem e Uma Mulher
Inês Pedrosa e Rui Zink
A primeira emissão foi no 03 de Fevereiro
Sexta-feira (23:00/00:00)
Questões eternas das diferenças e igualdades de género
Ouvir aqui

Sultões do Swing
José Navarro de Andrade
A primeira emissão foi no dia 04 de Fevereiro 
6ª p/ Sábado (00:00/01:00) 
Em directo do salão do Hotel Splendid 
Ouvir aqui

quinta-feira, 16 de março de 2017

Mata-bicho













A dupla João Quadros e Bruno Nogueira esteve durante oito anos na TSF, com a crónica diária de humor «Tubo de Ensaio». Agora, com o mesmo formato e sob o nome de «Mata-bicho», os dois humoristas estão na Antena1 e na Antena3, desde 19 Setembro do ano passado.
É uma dupla de sucesso. João Quadros e Bruno Nogueira, num tipo de humor sarcástico e cáustico que não é abundante na Rádio em Portugal. Humor alternativo, dirão alguns, mas com uma eficácia tremenda, tocando em assuntos tão delicados como a Religião ou o Futebol, mexendo em tudo e em todos, não poupando ninguém. É inteiramente livre e tem mesmo piada! 

Mata-bicho
Antena1 
2ª a 6ª feira às 09h55 e 16h55 
Antena3 
Ouvir aqui

quarta-feira, 15 de março de 2017

Manuel Costa Monteiro














Talvez seja bastante útil ouvir a entrevista que Manuel Costa Monteiro deu à TSF nesta terça-feira.
Um dos radialistas mais antigos em actividade, Costa Monteiro foi testemunha no interior das grandes fases de mudança que a Rádio portuguesa sofreu nos últimos cinquenta anos. Alguns desses momentos são descritos nesta entrevista do actual comentador desportivo, que no passado ocupou cargos na Rádio e desempenhou funções que não estavam ligadas ao desporto.
Manuel Costa Monteiro deixou de relatar jogos de Futebol em 1985 e relembra os anos de ouro que viveu no Rádio Clube Português nos anos 60 e 70 e na Rádio Comercial na década de 80. 

Ouvir aqui 

terça-feira, 14 de março de 2017

Hoje em NOVA IORQUE



segunda-feira, 13 de março de 2017

Os 50 anos deste disco





















O álbum de estreia dos míticos Velvet Underground, com a cantora alemã Nico.
Gravado em Nova Iorque, sob supervisão e produção do artista plástico Andy Warhol, «The Velvet Underground and Nico» foi editado no dia 12 de Março de 1967.
O encontro histórico da formação norte-americana composta por Lou Reed, Sterling Morrison, Moe Tucker, o gaulês John Cale e a germânica Nico. Um marco na história da música popular, que viria a influenciar imensas bandas e artistas. 
Da formação inicial, já só John Cale e Maureen Tucker estão vivos. Andy Warhol morreu há trinta anos, em Fevereiro de 1987, Nico em 1988, Stering Morrison em 1995 e Lou Reed em 2013. 
O “álbum da banana” está hoje na Rádio portuguesa. A RADAR inicia todas as horas de emissão com um dos temas do disco e a Antena3 transmite um especial sobre este trabalho inaugural dos Velvet Underground, entre as 21:00 e as 22:00.

Alinhamento:

A
Sunday Morning
I'm Waiting for the Man
Femme Fatale
Venus in Furs
Run Run Run
All Tomorrow's Parties

B
Heroin
There She Goes Again
I'll Be Your Mirror
The Black Angel's Death Song
European Son



Here she comes, you better watch your step
She's going to break your heart in two,
It's true It's not hard to realize
Just look into her false colored eyes
She builds you up to just put you down, what a clown

'Cause everybody knows (She's a femme fatale) 
The things she does to please (She's a femme fatale)
She's just a little tease (She's a femme fatale)
See the way she walks
Hear the way she talks

You're put down in her book
You're number thirty seven, have a look
She's going to smile to make you frown, what a clown 
Little boy, she's from the street
Before you start, you're already beat
She's gonna play you for a fool, yes it's true

'Cause everybody knows (She's a femme fatale) 
The things she does to please (She's a femme fatale) 
She's just a little tease (She's a femme fatale)
See the way she walks 
Hear the way she talks 

domingo, 12 de março de 2017

Hoje no TURIM

































JEKYLL & HYDE

A mente humana é complexa e pode muitas vezes divergir do senso comum.
Inspirado no clássico “O Médico e o Monstro”, esta Peça/Musical coloca em causa a incorruptibilidade dos valores humanos; propondo assim, uma leitura alternativa do célebre romance de Robert Louis Stevenson.

Reservas: geral@teatroturim.com / Tel. 217606666

TEATRO TURIM – Estrada de Benfica, 723-A, Lisboa.

sábado, 11 de março de 2017

Hoje no PORTO



quinta-feira, 9 de março de 2017

Suave é a Noite





















Aurélio Carlos Moreira

Começou a trabalhar na Rádio no dia 4 de Agosto de 1956, na Rádio Peninsular, dos Emissores Associados de Lisboa.
É descrito como o locutor mais antigo em actividade na rádio portuguesa. Confesso que nunca ouvi Aurélio Carlos Moreira antes da Rádio SIM, mas também é verdade que nunca fui o melhor dos ouvintes da Rádio Renascença, onde Aurélio Carlos Moreira esteve a maior parte do seu longo percurso radiofónico.
Os radialistas que há mais tempo acompanho e que se mantêm em actividade são José Duarte e Fernando Correia, ambos da mesma geração de Aurélio Carlos Moreira.
O gosto em ouvir o espaço «Suave é a Noite» é pelo estilo distinto do locutor Aurélio Carlos Moreira. Para além de se ouvirem canções há muito esquecidas, também a postura personalizada e perfeitamente identificadora do apresentador nos faz viajar no tempo. "Músicas do seu tempo e do meu", como o próprio diz, ao mesmo tempo em que vai pautando a emissão com citações de frases que às vezes nos põem a pensar.
Um exótico pedaço de Rádio na noite, de um tempo antigo numa rádio regional com auditório sénior, acima dos 50/55 anos de idade.
A Rádio SIM herda o auditório do antigo Canal 1 da Renascença, desde que foi fundada no ano 2008.  

De 3ª a Sábado, 00:00/03:00

A LUGAR COMUM apresenta:
































Pela primeira vez em Coimbra

Pascal Pinon (IS)
www.pascalpinon.com
www.facebook.com/pascalpin0n

Quinta-feira, 9 de Março de 2017 às 21h30
CAV / Centro de Artes Visuais (Coimbra) 

Com apenas 14 anos, as gémeas islandesas Jófríður e Ásthildur Ákadóttir formaram o projecto Pascal Pinon. Tendo desde muito cedo atraído o interesse da label berlinense Morr Music, viriam a editar um primeiro álbum homónimo (2009), caracterizado pela adolescência das harmonias e a utilização de um vasto acervo de teclados, xilofones e mesmo caixas de música, que o situavam na geografia delicada da twee folk. "Twosomeness" (2013), o álbum que se seguiu, foi produzido por Alex Somers (Sigur Rós, Julianna Barwick), cuja intervenção, ao longo do processo de gravação, viria a dotá-lo da densidade que faltara ao antecessor. O recurso a elementos electrónicos e a convivência com o legado de Björk e dos Sigur Rós, renderam às jovens islandesas um rol de elogios por parte da crítica, que então assinalou a sua rápida maturidade sonora. Foi preciso esperar mais três anos pela edição de "Sundur" (2016), resultado do reencontro de Jófríður e Ásthildur, após um período em que a primeira formou um projecto de electrónica (Samaris), ao passo que a segunda frequentou um curso de música clássica em Amesterdão. Deixando para trás a estética do álbum precedente, "Sundur" marca um retorno à essência da escrita de canções, em torno de narrativas folk islandesas e de uma ideia de afastamento e proximidade, que pautou a vida das duas irmãs nos últimos anos. Pela primeira vez em Portugal, as Pascal Pinon trazem consigo aquele que é o seu álbum mais cru, e o que melhor define a sua identidade, após um percurso de 7 anos. Ocasião para um há muito aguardado encontro com uma das referências actuais da música e tradição folk islandesa. 

They may have been apart for a while, but Sundur is proof that the musical connection between the two sisters is as strong as ever. 
Drowned In Sound

(...) the pair are more than capable of weaving some seriously ethereal magic, even when they're miles apart. 
The Line Of Best Fit

I defy anyone to listen to the lovely ambient folk stylings of 'Good and Bad Things' and come away feeling anything other than love for Pascal Pinon
The 405

It’s soulful, honest and beautiful music. These two girls have a way with weaving delicate and majestic songs. 
For Folk's Sake 

Pascal Pinon – "When i can't sleep


Pascal Pinon – "Bloom" 


Pascal Pinon – "Orange"


Bilhetes
Entrada normal: €5,00
Entrada associados Lugar Comum: €4,00

Dada a lotação limitada da sala, a garantia de lugar é aconselhada e pode ser efectuada mediante o envio de e-mail para lugarcomum.pt@gmail.com  (indicando nome completo e número de documento de identificação para posterior confirmação). As entradas reservadas deverão ser levantadas na data e local do concerto, entre as 21h00 e as 21h25, sob pena de perderem o seu efeito.

Lugar Comum – Associação de Promoção e Divulgação Cultural 



quarta-feira, 8 de março de 2017

M de volta





















M de Mónica Mendes foi programa de Rádio, dedicado à Música Soul, durante vinte anos na Antena3. Com a saída da radialista da estação mais jovem da Rádio pública em Novembro de 2015, ficou a promessa da autora em manter o programa e regressar na Internet. A promessa cumpriu-se no passado Domingo e manterá uma regularidade semanal.
Aqui está «M» de volta, com marca registada, agora em exclusivo na Internet.
Para seguir e ouvir em Podcast aqui 

terça-feira, 7 de março de 2017

Hoje na Antena2













Auditório Caixa Geral Depósitos
ISEG-Instituto Superior de Economia e Gestão.    
Concerto de Laureados do 10º Concurso de Acordeão.

Transmissão em directo às 19:00.
Ouvir aqui

quinta-feira, 2 de março de 2017

Aula de Rádio

































Neste dia, em que passam 12 anos sobre a inauguração da «Rádio Crítica», recupero aqui um antigo texto de João David Nunes, incluído num livro escolar. Serviu para tema de aula sobre a comunicação via Rádio.
Foi publicado no «Criso», da disciplina de Português do ensino preparatório, no início dos anos 80. Nessa altura, João David Nunes era o director da Rádio Comercial, a estação portuguesa mais moderna, diversificada e inovadora em Portugal. Quer em Onda-Média, quer em Frequência Modulada. Especialmente na programação do então denominado FM-Estéreo. 
Também aqui partilho, do mesmo livro, um excerto de um relato de Futebol daquela altura, num clássico Sporting – Benfica, em que jogaram Manuel Fernandes e Rui Jordão (avançados do Sporting) e Manuel Galrinho Bento (guarda-redes do Benfica, falecido fez ontem dez anos). 

































O livro «Criso» é da autoria de Ana Ribeiro dos Santos e Maria José dos Santos Balancho, com a colaboração de A. C. Leal da Silva. Editado pela Texto, em 1982.

Era uma vez um menino que, como todos os outros meninos, gostava de viver, brincar e sonhar.
Nascera algures em Portugal!
Tinham-no baptizado com um nome longo e estranho que ele próprio não entendia bem, mas do qual gostava muito, pois podia brincar com os seus sons, combinando-os e recombinando-os sempre em palavras diferentes.
Chamava-se “CRISONHO MENVEL”. Todos os dias descobria novos puzzles dentro do seu nome. Achava divertidíssimo esquecer o primeiro som, “C”, e pensar que se chamava “RISONHO”; ou esquecer a primeira sílaba “CRI” e ficar a chamar-se “SONHO”; ou juntar os dois nomes e descobrir no centro o “CRI” de “Criança” e no fim o “VEL” de velho; ou juntar tudo e acreditar que o seu nome significava que “o sonho percorre toda a vida do homem desde criança a velho”. 
Para os amigos escolheu uma abreviatura que o tornava familiar: “CRISO”. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Hoje na RADAR


























O programa «Álbum de Família» desta vez desvia-se da história do Rock e da Pop para homenagear o compositor e cantor português José Afonso, falecido há três décadas, no dia 23 de Fevereiro de 1987.
O álbum «Venham Mais Cinco» foi editado no Natal de 1973. Gravado em Paris, com José Mário Branco, foi o último disco de Zeca Afonso antes da revolução de 25 de Abril de 1974.
Do alinhamento constam temas que se tornaram clássicos da canção portuguesa, como por exemplo “Era Um Redondo Vocábulo”, “Que Amor Não Me Engana” e “A Formiga no Carreiro”, para além do tema título “Venham Mais Cinco”.
Passagem integral na estação alternativa de Lisboa, com contextualização, realização e apresentação de Joana Bernardo. 

Álbum de Família
4ª feira às 14:00
Domingo ao meio-dia

2ª feira (seguinte) às 23:00.