terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Germana Tânger

1920-2018 
















Maria Germana Tânger foi uma das vozes femininas que participaram na série de programas «Como no Cinema» que realizei na TSF nos anos 2000 e 2001. A sua única participação foi no programa dedicado à obra «Ode Marítima» de Fernando Pessoa. A declamação foi em sua própria casa, no Chiado, em Lisboa. Era um final de tarde, princípio de noite de segunda-feira, dia 26 de Fevereiro do ano 2001. 
Germana Tânger, sentada numa cadeira de costas para a sua estante repleta de livros, puxa pela lombada de uma das várias edições da «Ode Marítima» que possuía e, quase sem olhar para o texto, leu em voz alta as principais passagens da obra que depois fizeram parte do programa. A meio da sessão de gravação aparece de visita – não combinada – o actor João Grosso, que era visita habitual da casa. Juntou-se à declamação e fez dueto com Germana. 
Poucos meses mais tarde João Grosso seria nomeado pelo Ministério da Cultura director artístico do Teatro Nacional D. Maria II. 
A actriz Maria Germana Tânger retirou-se dos palcos e da actividade artística a 29 Novembro de 1999, numa cerimónia que teve lugar no Teatro da Trindade, em Lisboa. Homenagem e despedida artística com apresentação do actor Ruy de Carvalho, com as presenças de Guilherme de Oliveira Martins (então ministro da educação), Maria José Nogueira Pinto (deputada do CDS-PP), a irmã jornalista Maria João Avillez, o editor da Assírio & Alvim, Hermínio Martinho e Maria Barroso, a então presidente da Cruz Vermelha Portuguesa.
Germana Tânger também foi voz em programas da Rádio em Portugal, na antiga Emissora Nacional. 
Neste dia 23 de Janeiro de 2018, foi alvo de homenagem no inicio da emissão do mais belo e interessante programa diário da actual Rádio portuguesa, «A Ronda da Noite», de Luís Caetano na Antena2. 

Como no Cinema (10 de Março 2001) 
Ouvir aqui

A Ronda da Noite (23 de Janeiro 2018)
Ouvir aqui 

domingo, 21 de janeiro de 2018

Hoje na RADAR

























Derradeiro disco de Kate Bush na década que a consagrou. Editado no dia 16 de Outubro de 1989, «The Sensual World» é o sexto álbum da cantora e compositora inglesa. Este trabalho tem a inovação de incorporar na Música Pop cânticos das misteriosas vozes búlgaras numa altura em que essa pratica não era ainda habitual, como mais tarde se tornou demasiado vulgar.
É o disco que se ouve na íntegra no programa da RADAR, com a devida contextualização. 

Realização e apresentação de Joana Bernardo. 
Domingo ao meio dia | 2ª feira às 23:00.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Hoje na TSF















O jornalista Reinaldo Serrano foi convidado da Rádio Notícias, ao longo de toda esta semana, a escolher música à hora de almoço.
Das escolhas, destaque para alguns temas que nunca ou muito raramente se ouvem na Rádio. À cabeça um instrumental dos britânicos Colourbox: "Sleepwalker", nomeando a editora 4AD.
Algumas outras escolhas de Reinaldo Serrano na TSF: Kraftwerk, Nick Cave & The Bad Seeds, Joy Division, New Order, Durutti Column, Mathild Santing, The Proclaimers, Leonard Cohen, The Clash, The Beatles, Frank Sinatra, Jacques Higelin, Julee Cruise, Radiohead e Clint Eastwood.

A Playlist de 
TSF-Rádio Notícias 
Sábado das 14:00 às 15:00 [versão compacto]
2ª a 6ª (14:00/15:00); 3ª a Sábado (02:00/03:00).
Ouvir aqui 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Fernando Quinas

1946-2018

























Morreu Fernando Quinas, uma das vozes clássicas da Rádio, ligado a períodos históricos da Rádio em Portugal. 
Foi voz de publicidade nos Parodiantes de Lisboa. Trabalhou na Rádio Universidade, Rádio Clube Português, na RDP-Rádio Comercial e na Rádio Nostalgia, antes da primeira extinção desta. Participou nos programas «Graça Com Todos», «Vira o Disco», «Radio-Novelo» e «Teatro Trágico». 
Na rádio realizou, produziu e apresentou vários programas e foi noticiarista. No extinto Rádio Clube Português foi locutor nos programas «Carrossel», «Boa Noite em FM» e no prestigiado «Em Órbita», no tempo em que o programa esteve no RCP. Há alguns anos gravou frases para a RADAR. Foi o seu último trabalho para o mundo da Rádio.
Fernando Quinas tinha 72 anos de idade.

Ontem em Portugal








































quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Savoire faire

Três anos e dez dias depois do massacre, o jornal satírico francês Charlie Ebdo voltou a ter vendas equivalentes à data anterior ao ataque à sua redacção em Paris e a causa Je suis Charlie já não se ouve por aí.





terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Madalena Iglésias

1939-2018

Eleita rainha da Rádio e Televisão de Portugal em 1960



Hoje na Antena2















Teatro Radiofónico na Rádio Pública 

Sinopse:
O Senhor Brecht é um contador de histórias. Senta-se numa sala praticamente vazia e vai contando pequenas histórias entre o absurdo e o humor negro. A sala vai enchendo aos poucos, o que lhe trará no final um novo problema: o público tapa a porta de saída – e o Senhor Brecht fica assim encurralado com o seu próprio sucesso. 

Mais informação aqui 

Terça-feira às 19:00 
Realização de Hugo Romano 
Apresentação de Maria Alexandra Corvela
Ouvir aqui 

sábado, 13 de janeiro de 2018

Hoje no PORTO



Hoje em LISBOA







































O Concerto para Oboé do compositor checo Bohuslav Martinů foi composto em 1955 a pedido do oboísta seu compatriota Jiří Tancibudek. Naturalizado australiano, foi um dos oboístas mais destacados do século XX, tendo ensinado inúmeros músicos que se espalham hoje pelo mundo. É o caso de Sally Dean, que integra a Orquestra Metropolitana de Lisboa desde 2004. Teremos assim a oportunidade de ouvir a interpretação desta obra incontornável no repertório para este instrumento pela mão de quem conhece bem os seus «segredos». Para este programa, o maestro Sebastian Perłowski trará ainda consigo algumas das mais belas melodias de Tchaikovsky. Todos reconhecem a valsa que serve de segundo andamento à Serenata para Cordas de 1880, do mesmo modo que não passam despercebidas as passagens mais conhecidas da música do bailado O Quebra-Nozes. 

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Boas canções novas que não passam na Rádio


David Byrne – "Everybody's Coming To My House" 



The Clientele – "Everyone You Meet" 


Angel Olsen & Alex Cameron – "Stranger’s Kiss"  


Belle and Sebastian – "I'll Be Your Pilot"  


segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

M na Marginal

























Desde o dia 20 de Novembro que «M» de Mónica Mendes está de volta à Rádio, depois de ter estado mais de duas décadas na Antena3.
Após ter-se tornado num podcast, «M» está agora na Rádio Marginal em vários momentos do dia: às 08:25 da manhã, ao meio-dia e meia, às 18:30 e às 22:10.

M
De Mónica Mendes
Rádio Marginal
Lisboa 98.1
Ouvir aqui 

Mónica Mendes na Rádio Crítica:
M (03 de Novembro 2015); M de volta (08 de Março 2017).

domingo, 7 de janeiro de 2018

Hoje na FIGUEIRA DA FOZ



Novo programa começa hoje


















sábado, 6 de janeiro de 2018

Hoje na RADAR
























Bowie post mortem 
Hoje o programa «Planeta Pop» de Paulo Garcia e Paulo Lizardo é dedicado a David Bowie, falecido há quase dois anos. É a repetição integral da emissão especial de Janeiro de 2016, após o desaparecimento do autor de "Space Oddity".

Planeta Pop 
RADAR
Sábado às 23:00
Domingo às 15:00
6ª feira às 23:00


quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Concerto de ano velho

























Programa especial de TV, exibido no dia 3 de Janeiro de 1988. 
Roy Orbison e amigos em actuação conjunta, como por exemplo Bruce Springsteen, Tom Waits, Elvis Costello, Jackson Browne, K.D. Lang, Jennifer Warnes e Bonnie Raitt, entre outros nomes. 
Na assistência estiveram figuras conhecidas das diversas artes, como por exemplo David Lynch, Billy Idol, Patrick Swayze ou Kris Kristofferson. 
Foi há 30 anos (na realidade, as imagens foram registadas no dia 30 de Setembro de 1987).
Três décadas depois, alguns dos assistentes e intervenientes já não se encontram vivos. A começar pelo próprio Roy Orbison, que viria a morrer nesse mesmo ano de 1988, em Dezembro. A cerca de onze meses desse dia, este espectáculo na televisão norte-americana representou um pré-adeus não anunciado de Orbison. 

Only the Lonely

Dream Baby

Blue Bayou

The Comedians

Ooby Dooby

Leah

Running Scared

Uptown

In Dreams

Crying

Candy Man

Mean Woman Blues

(All I Can Do is) Dream You

Claudette

It’s Over

Oh, Pretty Woman

Blue Angel

domingo, 31 de dezembro de 2017

Adeus, cruel 2017






































Pessoas que estiveram ligadas à Rádio e que desapareceram neste ano:  

sábado, 30 de dezembro de 2017

Boa Rádio portuguesa em 2017





















Antena1
Cinco Minutos de Jazz
Em Nome do Ouvinte (programa do provedor da Rádio Pública) 
Visita Guiada 
Costa a Costa
Crónicas da Idade Mídia
O Povo Que Volta a Cantar 
Visão Global 

Antena2
A Ronda da Noite
A Força das Coisas
Argonauta
A Fuga da Arte
A Grande Ilusão
A Vida Breve
Caleidoscópio 
Jazz a 2
Musica Aeterna 
O Espelho de Cristina
O Som que os versos fazem ao abrir
Um Certo Olhar
Última Edição 

Antena3
Prova Oral
Coyote
A Profecia do Duque 
O Disco Disse

TSF
Forum
A Playlist (dependendo das escolhas musicais da personalidade convidada)
Magazine Global
Zona de Conforto

RADAR
Álbum de Família
A Hora do Bolo
Comércio Livre
Planeta Pop

SBSR
Vidro Azul
Em Transe
A Floresta Encantada
A Hora da Loira

Renascença
Com os Beatles 

Certamente que existem mais programas de autor (e outros espaços radiofónicos) que poderiam fazer parte desta selecção, mas não posso pronunciar-me sobre o que não ouvi e não conheço, ou ouvi pouco e conheço mal. 

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Rádios locais na Sociedade Civil











De vez em quando, poucas vezes, a Televisão lá se vai lembrando de falar um pouco sobre o mundo da Rádio.
No dia de Natal o programa da RTP2 «Sociedade Civil» dedicou a emissão às rádios locais (numa emissão primeiramente transmitida dia 24 de Novembro).
Estiveram presentes um antigo fundador da Rádio Nova (Porto) e o actual presidente de direcção da Rádio Oeste (Torres Vedras), para além de intervenções (via Skype) de radialistas de outras estações locais.
O assunto foi abordado muito pela rama, com excesso de superficialidade e com os crónicos erros de datas e outras situações relativas aos momentos decisivos entre o encerramento por decreto governamental (noite de 24 de Dezembro de 1988) e a legalização (Março de 1989). Desperdiçaram-se minutos preciosos com coisas inócuas. Para quê aquele inútil pedido de disco do apresentador? Mas ao menos, por uma hora, falou-se de Rádio na TV.

Ver & Ouvir aqui 

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Os melhores 30 álbuns do ano

Opinião pessoal de quem ouviu estes álbuns de 2017, mas não todos os que foram editados neste ano. À excepção dos primeiros dez aqui apresentados, a ordem de importância dos restantes é aleatória. 
























Aldous Harding – Party 



















John Maus – Screen Memories 







Ryuichi Sakamoto – async 


























Fleet Foxes – Crack Up 

























Kevin Morby – City Music 

























Nadia Reid – Preservation 

























LCD Soundsystem – American Dream 


























Julie Byrne – Not Even Hapiness 


























Arbouretum – Song of the Rose 




















The Magnetic Fields – 50 Songs Memoir 

Destroyer – KEN 
The National – Sleep Well Beast 
Courtney Barnett & Kurt Vile – Lotta Sea Lice 
Iron & Wine – Beast Epic 
Benjamin Clementine – I Tell a Fly 
London Grammar – Truth Is a Beautiful Thing 
The War on Drugs – A Deeper Understanding 
Father John Misty – Pure Comedy 
Real Estate – In Mind 
Cigaretts After Sex – Cigaretts After Sex 
Laura Marling – Semper Femina 
Mark Eitzel – Hey Mr Ferryman 
Slowdive – Slowdive 
Bjork – Utopia 
The XX – I See You 
The Clientele – Music for the Age of Miracles 
Girl Ray –  Earl Grey
The Weather Station – The Weather Station 
Jacob Banks – The Boy Who Cried Freedom
Sufjan Stevens, Bryce Dessner, Nico Muhly, James McAlister – Planetarium 

Melhor álbum nacional em português:
Benjamim & Barnaby Keen – 1986 























Melhor álbum nacional em inglês:
Mazgani – The Poet’s Death 






















Melhor reedição nacional em português:
Madredeus – Os Dias da Madredeus (1987) 






















Melhor reedição internacional:
The Beatles – Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band (1967) 




quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Bem-vindo ao clube






















FOTO Jorge Carmona 


Ainda ontem encontrei uma pessoa que veio ter comigo e me disse “Cheguei a uma encruzilhada do caminho. Olho para a minha vida e acho que falhei em toda a linha”. E eu respondi-lhe: “Bem-vindo ao clube, meu caro!” O que dá sentido à vida não é o que fizemos. Só um ingénuo fica completamente feliz com aquilo que realizou e não percebe que devia ter feito o triplo, cem vezes mais. Então, o que é que nos redime? O que é que nos salva? Cada vez creio mais que é colocar-nos com humildade e confiança na fronteira de um futuro que seja maior do que nós. É perceber que somos servos daquele que virá, que o momento mais importante não é este presente apenas, este instante encerrado em si, mas sim o tempo atravessado pela tensão de um futuro maior. 
(…) 
Não valemos por nós mesmos. Somos qualificados por aquilo que estamos à espera. Medimos a altura do futuro que nos habita. Somos apenas mediadores. Fazemos pequenas coisas, sinalizamos com os nossos gestos, aquele que virá. Quando nos colocamos assim, a vida torna-se outra coisa. 

In: «Pequeno Caminho das Grandes Perguntas» 
De José Tolentino Mendonça (escritor, poeta, teólogo). 


Quem é que nunca se sentiu assim? Quem é que não se revê nestas palavras?
Em entrevista na Rádio pública, uma deliciosa conversa sobre nós e sobre a Vida, no que andamos todos aqui a fazer e que sentido tem tudo isto. Encontra-se no mais interessante e belo programa diário de Rádio actualmente existente em Portugal. 
É o programa que fala do essencial e não do acessório, que nos recentra na vida, que nos provoca a vontade de ler todas as obras literárias que apresenta e que nunca iremos ler ou, a fazê-lo, será sempre uma ínfima parte. Dá vontade de conhecer a fundo todos os autores. A vida é tão curta… 
É o programa de Rádio que nos comove com as palavras dos escritores e com a grande Música de Bach e outros. Que nos dá, enquanto meros ouvintes, uma qualidade de vida não possível de encontrar em muitos mais espaços radiofónicos neste país. Estamos perante o caso mais sério da junção de palavra escrita e narração, informação cultural e conhecimento, pensamento e saber, sensibilidade e beleza, enquadramento musical, Arte e estética radiofónica. 
Ao longo desta semana o programa «A Ronda da Noite» repõe algumas das emissões mais marcantes do ano que está prestes a terminar. 

Realização de Luís Caetano 
2ª a 5ª feira (23:00) 
3ª a 6ª (04:00) 
Ouvir aqui 

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Smooth Noel






































À semelhança do ano passado, a Smooth FM esteve ao longo de 24 horas por dia a transmitir sem parar canções de Natal, entre as 00:00 horas de Sábado, dia 23, e as 24:00 de segunda-feira, dia 25.
Num canal de Rádio totalmente musical poderia não ser nada de especial, mas acontece que a selecção apresentou imensas canções desconhecidas, incluindo numerosos clássicos e, principalmente, lindíssimas versões que nunca ouvira antes. São canções de Natal que não se escutam nas outras rádios.
A emissão da Smooth não teve ninguém a apresentar, pelo que quem não reconhecesse a voz da cantora, cantor ou cantoras e cantores, não poderia saber quem eram. Excepto se estivesse a acompanhar a emissão via Internet, cujo sítio da Smooth disponibiliza essa informação em tempo real, com demonstração das horas e dias anteriores. Lamentavelmente, a opção de demonstração do registo das horas do dia 23 (Sábado) não está correcta e em nada corresponde ao que foi difundido em antena. Eis mais um dos muitos exemplos em que a Internet não é amiga da Rádio, o que conduz o público ouvinte a muitos e desnecessários equívocos.
A mais valia desta opção musical da Smooth FM está, não só em transmitir maioritariamente temas desconhecidos de Natal, como também em evitar os temas comerciais e extremamente gastos que só se ouvem nesta altura, como por exemplo as (já insuportáveis!) canções "Last Christmas" dos Wham!, "Do They Know It's Christmas" do colectivo Band Aid e "Thanks God It's Christmas" dos Queen, só para nomear três exemplos britânicos do ano de 1984, entre muitas outras xaropadas de época. Sabe muito melhor ouvir as vozes de Bing Crosby, Frank Sinatra, Dean Martin, Ella Fitzgerald, Mahalia Jackson, Gene Autry, Doris Day, Elvis Presley, Beach Boys ou Nat King Cole. A música dos 'Top's' passam, os clássicos ficam. O cancioneiro de Natal é um filão inesgotável. Todos os anos surgem novas composições e novas versões.
A RADAR também esteve bem, ao ir buscar o disco «The Magic of Christmas» de Nat King Cole para o programa «Álbum de Família» na semana de Natal.
A Rádio pública Antena2 juntou-se igualmente à quadra transmitindo Música Clássica de Natal em certos períodos do fim-de-semana e, em pleno dia de Natal, dedicando o programa «Jazz a 2» aos álbuns «Joyful Jazz! Christmas with Verve - The Instrumentals!» e «Joyful Jazz! Christmas with Verve - The Vocalists!», ambos editados no ano passado. Aqui com pessoas a apresentar. E que apresentadores! Apenas e só o "casal" de vozes mais sedutoras da actual Rádio em Portugal: Maria Alexandra Corvela e Luís Caetano.